terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Ufologia: fórum prevê comunicação com ETs em menos de 20 ano
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Taxa de desmatamento da Amazônia é a menor já registrada
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Estudo: fotos do cérebro de Einstein mostram complexidades incomuns
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Inteligência humana está diminuindo com o tempo, diz pesquisa
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Cientista: ruivos são comuns na Escócia devido ao clima
sábado, 3 de novembro de 2012
Tumba de princesa faraônica é descoberta no Egito
sábado, 27 de outubro de 2012
Degelo impede pousos em bases da Antártida
sábado, 6 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
Familiares que cuidam de vítimas de tumor cerebral tem esgotamento
sábado, 15 de setembro de 2012
ONU: buraco na camada de ozônio deve estar menor que em 2011
sábado, 8 de setembro de 2012
Crianças desconhecem causas do câncer, diz pesquisa
Katherine Donnelly, da Macmillan Cancer Support, afirmou que muitas pessoas, incluindo professores, têm a falsa crença de que as crianças devem ser protegidas de qualquer debate sobre a doença. "Em linhas gerais, o assunto ainda é tabu. Nem todos os professores se sentem confiantes para falar sobre o câncer ou sabem de onde podem tirar os dados para explicá-lo melhor", afirmou Donnelly.
sábado, 4 de agosto de 2012
Crânios de ursos assassinados por caçadores são achados na Rússia
Missão de patrulheiros tenta salvar gorilas em meio a conflito no Congo
Um grupo de patrulheiros na República Democrática do Congo se prepara para uma missão que tentará salvar famílias de gorilas que desapareceram após uma intensificação do conflito entre forças do governo e rebeldes no País. O governo fez um acordo com o grupo rebelde M23 para permitir que os patrulheiros possam rastrear seis famílias de gorilas-de-montanha.
Os cerca de 200 mamíferos vivem no Parque Nacional de Virunga, localizado ao leste do País, e representam um quarto da população da espécie. O diretor do parque, Emmanuel de Merode, comemorou a decisão: "Nós estamos satisfeitos e aliviados que todas as partes do conflito reconheceram a necessidade de proteger os únicos gorilas-de-montanha do Congo".
Os combates na região se intensificaram em abril, quando a área de conservação fechou as portas ao público. Desde o dia 8 de maio, as equipes responsáveis por acompanhar os gorilas evacuaram a área, que sofreu com intensos conflitos de artilharia pesada e, até mesmo, helicópteros de combate.
"Os gorilas são muito espertos. Eles, sem dúvida, ao ouvir as explosões, se afastaram dos locais de conflito. O importante, agora, é localizá-los", disse à BBC Brasil Lu Anne Cadd, assessora de imprensa do parque.
As famílias de gorilas-de-montanha não são vistas há mais de dez semanas. Os patrulheiros do parque são, no momento, os únicos membros do governo autorizados a circular na região. Eles irão se dividir em sete grupos e trabalhar em conjunto com a população local para localizar os gorilas.
O trabalho, que estava marcado para ter início nesta semana, será de encontrar os gorilas, identificar cada um deles e checar sua situação de saúde, já que a espécie é muito vulnerável a doenças. Eles vão, ainda, remover armadilhas e fazer rondas constantes para evitar a atuação de traficantes de animais. O trabalho é considerado de alto risco. Nos últimos 15 anos, 130 deles morreram em serviço.
Eles fazem a segurança do parque mais antigo da África. O parque nacional de Virunga tem 7,8 mil km² e é considerado patrimônio mundial da humanidade pela Unesco. A República Democrática do Congo está em guerra civil há 12 anos e, desde o acirramento dos conflitos, mais de 200 mil pessoas foram desabrigadas.
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Fico muito feliz que todas as partes que estão em conflito sabem a importância de preservar essa espécie em extinção. Isso mostra que, apesar de todas as batalhas sangrentas nessa guerra, as pessoas se importam com o país e a natureza. Espero que os gorilas estejam bem e não tenham sofrido nenhum dano por causa da guerra.
Redução de estômago pode resultar em bebês com problemas de saúde
Bebês de mulheres que ficaram grávidas depois de terem feito redução de estômago nasceram com baixo peso e apresentaram problemas respiratórios ou pulmonares, infecções e até a necessidade de reanimação na sala de parto logo após o nascimento, apontou uma pesquisa realizada em Santos.
A pesquisa indica que a cirurgia bariátrica pode ter sido responsável pela maior vulnerabilidade nutricional das gestantes e que isso pode ter provocado reflexos nos fetos, afetando até a amamentação. De acordo com os dados, 74% das mulheres engravidaram após um ano da cirurgia e 28,5% em menos de um ano. Do total de entrevistadas, 68,6% amamentaram os filhos por um período inferior a seis meses, com 43% realizando o aleitamento materno por apenas dois meses.
O estudo foi feito pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a Universidade Católica de Santos com 35 mulheres entre 24 anos e 39 anos, que ficaram grávidas depois de terem feito cirurgia bariátrica. Do total, 88,6% delas tiveram parto por cesárea, 50% nasceram com baixo peso e 14% tiveram problemas respiratórios ou pulmonares.
A pesquisadora e nutricionista da Divisão de Doenças Não Transmissíveis do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria, África Isabel de la Cruz Perez, explicou que na cirurgia de redução de estômago, além de o paciente ter o tamanho do órgão diminuído, o que restringe a quantidade de alimento que pode ser ingerido diariamente, geralmente é feito um desvio de algumas partes do intestino, onde os nutrientes são absorvidos.
"O cirurgião desvia o trajeto normal do alimento para ele não passar pelo duodeno. Por isso há um prejuízo grande da absorção. Ela come pouco e o pouco que come não é absorvido. Assim ela vai passar a usar as reservas corporais que tem e, por isso, emagrece rápido. Isso é muito nocivo para a saúde. Agora imagine isso para uma pessoa que está em idade fértil e vai gerar uma criança."
Segundo ela, outras pesquisas também já indicaram a possível influência da cirurgia bariátrica no nascimento prematuro e no baixo peso dos bebês. Além disso, existe também outra conseqüência, como a reprogramação fetal. Nesse caso, o feto está em um ambiente no qual percebe que há poucos nutrientes e interpreta isso como um ambiente hostil. Assim, o feto se reprograma para acreditar que quando sair do meio uterino estará também em um local com essa deficiência de nutrientes.
"O que acontece é que esse bebê não é amamentado direito. Acaba recebendo leite de vaca e por causa da reprogramação fetal isso resulta em uma hiperalimentação, que pode levar à obesidade na fase adulta e a vários problemas cardiocirculatórios. Isso está sendo atribuído à reprogramação fetal".
África ressaltou a importância de o paciente ter um bom acompanhamento médico tanto antes quanto depois da cirurgia, com nutricionista e psicólogo. "Assim ela pode evitar as consequências maléficas da cirurgia, porque elas também existem e é sobre isso que as pessoas precisam ser alertadas."
Para a nutricionista o ideal é que a pessoa se esforce para não engordar a ponto de ser necessário fazer a redução de estômago. "O ideal é ter uma alimentação adequada e fazer exercícios físicos para se manter dentro do peso indicado para a altura."
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Foi muito bom haver uma pesquisa sobre esse assunto já que é pouquíssimo divulgado os malefícios que a cirurgia de redução de estomago pode fazer. Muitas pessoas acham que é algo simples : "estou gordo de mais mas tenho preguiça de fazer exercícios e não quero deixar de comer as coisas que eu gosto, vou fazer uma cirurgia que é mais fácil". Com essa linha de raciocínio grande parte da população tem a ideia errada sobre esse tipo de cirurgia. Para ter uma vida saudavel e consehuir transmiti-la aos seus filhos, a pessoa precisa praticar exercícios físicos e cuidar da alimentação.
sábado, 14 de julho de 2012
Menino albino sofre de síndrome rara que o impede de dormir
O britânico Rio Vicary, de apenas um ano, sofre de uma rara doença genética que faz com que ele durma muito pouco. Ele tem a Síndrome de Angelman, o que significa que, provavelmente, ele não vá conseguir falar ou andar. Além de causar distúrbios de sono, a doença afeta o desenvolvimento intelectual. O menino também é albino, o que o deixou cego. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
Rio foi diagnosticado com a síndrome quando tinha apenas duas semanas de vida. Desde então, passou a maior parte da sua vida em hospitais, sendo monitorado por diversos médicos. Ele está recebendo tratamento especializado no Hospital Infantil de Sheffield. O apoio do serviço de saúde tem sido essencial para os pais do menino, Gemma e Wayne. "Como Rio não dorme e quer brincar o tempo todo, nós conseguimos ter uma trégua três vezes por semana. Sem isso, acho que não seríamos capazes de lidar com a situação", conta a mãe.
"Ele tem uma combinação de doenças, e nós só encontramos uma pessoa no mundo com as mesmas condições, uma menina de um ano na América. Nós rezamos que haja uma cura um dia", diz Gemma.
O menino é alimentado via traqueostomia - com um tubo inserido em seu pescoço. O aparelho foi instalado depois que ele se engasgou com leite. A mãe, que estava sozinha, ligou para a emergência para pedir ajuda. Ela bombeou o peito do menino e conseguiu mantê-lo respirando normalmente até a ambulância chegar.
Gemma tem que verificar se o tubo está sempre limpo. "O tubo é um salvador de vidas. Ele tosse o tempo todo e precisa que eu faça a sucção com o tubo. Mas, em breve, ele deve tirá-lo, e então nós vamos ouvi-lo pela primeira vez", afirma a mãe do menino. Segundo ela, Rio será capaz de produzir sons, mas nunca vai poder falar.
Agora, os pais do menino estão criando um quarto sensorial para ele em casa, para que ele possa passar mais tempo com seus irmãos, Cody, 7 anos, e Jayden, 4.
Síndrome de Angelman
A Síndrome de Angelman é um distúrbio cromossômico herdado da mãe, afetando uma entre 25 mil crianças. Os sintomas costumam aparecer após os seis meses de vida.
Pessoas com essa doença riem frequentemente, principalmente em resposta a estímulos. A hiperatividade e ficar agitando as mãos também são sintomas comum. Há tendência em beliscar, morder e agarrar crianças mais velhas. Os padrões de sono são muito alterados, mas esse sintoma diminui ao final da infância.
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Deve ser muito triste para essa família ter de conviver com todos os problemas que essas doenças trazem para o seu membro mais jovem porém, para quem olha de fora, é realmente um fato muito curioso essa junção de doenças afetando uma criança de apenas 1 ano. Acredito que, apesar de ser muito importante, não existam muitas pesquisas e incentivos para novas descobertas sobre essas doenças raras que poderiam até levar a cura.